BIBLIOTECAsexta-feira, 2 de janeiro de 2009
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
BIBLIOFILIA BIBLIÓFILO - definição do amante de livros que preenche todas as condições de gosto, de arte e de ciência para discernir o seu valor intelectual e material.
FONTE: MARTINS, W. A palavra escrita.
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
sábado, 20 de dezembro de 2008
Dürer.

Cranach

Lucas Cranach (1472/1553) foi um gravador alemão, amigo dos reformadores protestantes, que ilustrou obras referentes a esse movimento. Contribuiu também com seu gênio, para a arte das cercaduras xilográficas introduzidas por Ratdolt, na primeira metade do século XVI. Assinava seus trabalhos com a imagem de um dragão de cauda em forma de seta, pois seu sobrenome tinha esse significado.

O poeta inglês William Blake (1757/1827) realizou, em colaboração com sua mulher, belas ilustrações, não só para seus próprios livros, mas ainda para os de outros escritores. Desenhava e gravava cada página de texto e ilustrações como uma unidade, tal qual o fizeram os xilógrafos do século XV e, depois coloria, a mão, todas as ilustrações.
FONTES
Esse método de impressão muito se assemelha à litografia, foi imaginado e desenvolvido, em 1904, pelo norte-americano Ira Washington Rubel. FONTES:
CROMOLITOGRAFIA

Three Little Pigs [Os três porquinhos] Nova York: Paphael Tuck & Sons Co., (Father Tuck's Nurseryland Series), c.1890."Um exemplo de capa em cromolitografia, impressa principalmente na Alemanha e popular na Inglaterra e nos Estados Unidos na década de 1890. Desencadearam um movimento no sentido de ilustrarem livros para crianças de maneira genuinamente mais artística".
=> Imagem incluída no livro Era uma vez uma capa, de Alan Powers, publicado pela editora Cosac Naify, - a primeira história ilustrada da literatura infantil lançada no Brasil - percorre cerca de duzentos de História para, por meio das capas, revelar o que se escrevia para crianças ao longo dos períodos, a evolução dos desenhos, técnicas e materiais utilizados, os meandros do mercado editorial e os nomes de editores e ilustradores responsáveis por mudanças de panoramas e de fixação de padrões dentro da literatura.
FONTES:
do texto:http://www.cosacnaify.com.br/infanto/autor/img/alan_ilustra1.jpg
ndo a produção de múltiplas cópias de manuscritos e desenhos originais.http://www.girafamania.com.br/selos1/austria_litografia.jpg
terça-feira, 1 de julho de 2008
II - GRAVURA METÁLICA
A gravura em Metal é uma das mais antigas técnicas de gravura. Existem obras nesta técnica datadas de 1500, produzidas por vários gênios da Renascença, como o alemão Albrecht Dürer, por exemplo.
Estava no princípio ligada ao trabalho de ourivesaria, como obra de entalhe e desse modo voltada à ornamentação. O desenvolvimento de processos gráficos a partir do século XV, impulsionado por novas necessidades na realização de imagens impressas e na procura de técnicas que permitissem um trabalho gráfico da imagem impressa de alta qualidade e resistência às grandes tiragens e edições, encontrou no meio ligado à ourivesaria o ambiente necessário para o emprego de matrizes de metal e para o aparecimento das técnicas da gravura em metal. A gravura em encavo, assim denominada como oposição à gravura em relevo, deposita a tinta nos sulcos realizados pela gravação.
A maneira mais direta de fazer uma gravura em metal é com ferramentas, como a ponta seca - um instrumento de metal semelhante a uma grande agulha que serve de "caneta ou lápis". A ponta seca risca a chapa, que tem a superfície polida, e esses traços formam sulcos, micro concavidades, de modo a reterem a tinta, que será transferida por meio de uma grande pressão, ao passar por uma prensa de cilindro conhecida como prensa calcográfica, e imprimindo assim, a imagem no papel.
Nos meios indiretos, água-forte e água-tinta , os produtos químicos, conhecidos por mordentes (ácido nítrico , percloreto de ferro etc.) atacam as áreas da matriz que não foram isoladas com verniz, criando assim outro tipo de concavidades, e consequentemente, efeitos visuais. Desta forma o artista obtém gradações de tom e uma infinidade de texturas visuais. Consegue-se assim uma gama de tons que vai do mais claro, até o mais profundo escuro. Estes procedimentos ainda podem ser usados em conjunto.
FONTE:
produção de imagens e textos sobre papel ou outro suporte adequado. É um processo inversamente parecido com um carimbo já que o papel é prensado com as mãos sobre a matriz.Xilogravura popular brasileira

Podem-se dividir as gravuras em dois grandes grupos:
1) as gravuras em relevo;
2) as gravuras escavadas.

impressão apenas nos lugares escavados, onde se deposita; são eles, por conseqüência, que determinam os lugares impressos, aparecendo em branco o resto do clichê. De uma maneira geral, pode-se dizer que a gravura em madeira é sempre em relevo, e a de metal sempre escavada, mas as diversas técnicas particulares podem ser exceção a esta regra geral.Nos dias de hoje, a imprensa emprega quase exclusivamente a gravura mecânica; a artesanal tem aplicação praticamente reservada às obras de grande luxo, de tiragens limitadas e nas quais se dá à gravura um valor em si mesma, independente do texto.
FONTE DO TEXTO:
MARTINS, W. A palavra escrita.
Desde a mais remota antiguidade, o livro foi ilustrado. Encontram-se nos papiros desenhos coloridos; da mesma forma, os velhos pergaminhos gregos e latinos apresentavam freqüentemente ornamentos e desenhos, seja no início dos capítulos, seja no próprio texto.
est
abelecer a data precisa em que esse processo de ilustração começou a ser utilizado; entretanto, pode-se dizer que o seu estudo só se torna interessante a partir do século XV.A seguir veremos uma idéia sucinta e geral das diversas técnicas e do seu emprego.
GRAVURA
É definida como gravura todo e qualquer desenho reproduzido pela impressão sobre uma superfície capaz de recebê-la. Verifica-se, portanto, que a própria impressão de letras não passa, no fundo, de um processo de gravura, de onde se conclui que a idéia da impressão traz forçosamente consigo a da ilustração do texto, ou que é possível a impressão. Considerando que a palavra gravura tem várias designações, ela preferencialmente designa as diversas técnicas empregadas na ilustração.
FONTE DO TEXTO:
MARTINS. W. A palavra escrita: história do livro, da imprensa e da biblioteca. 2.ed.il. rev. e atual. São Paulo: Ática, 1996.
FONTES DAS IMAGENS:
papiro:http://www.revele.com.ve/imagenes/papiro.jpg
baralho:
http://www.brasilescola.com/curiosidades/baralho.htm
http://www.revistaneuronio.com.br/revista/visualizar.asp?id=83&classe=emprego
sábado, 17 de maio de 2008
MAIÚSCULAS, MINÚSCULAS E VERSALETESAs maiúsculas, que, no mesmo corpo, têm todas a mesma altura.
Exemplo:
A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T U V X Z
As minúsculas que, em contraste com as anteriores, dividem-se em:
a) letras curtas (como o a, e,i,r);
b) letras longas (como o h,l,b,d);
c) letras descendentes, que se estendem abaixo da linha (como o j,p,q,g).
http://pt.wiktionary.org/wiki/versalete
impressora de Gutenberg iniciou seu trabalho com um tipo de letra copiada da caligrafia que era utilizada na Alemanha, nessa época, para transcrição manual dos códices. A Bíblia de 42 linhas foi impressa numa variante chamada gótico-textura. Apareceram depois, diferentes variedades, cada uma com um nome que a associa, geralmente, a determinada publicação famosa. Atualmente, considera-se o tipo gótico como de difícil leitura, embora de inegável valor decorativo.
ta designação abarca todos os derivados dos tipos desenhados durante o século XV, pelos impressores de Roma e Veneza, os quais se inspiraram na caligrafia humanística. Caracterizam-se por sua beleza e legibilidade e são conhecidas inúmeras variedades do tipo romano, desenhadas e aperfeiçoadas por diversos artistas de renome. Os tipógrafos chamam o tipo romano de redondo, para distingui-lo do cursivo ou bastardinho.
IMPRESSORES NOTÁVEIS - XMORRIS
Venus e Adonis, dos "The Poems of William Shakespeare" Publicados pelos Kelmscott Press, 1893

FONTE DO TEXTO:
LITTON
FONTES DAS IMAGENS:
http://www.allposters.com/gallery.asp?startat=/getposter.asp&APNum=1584422&CID=48512699BF2443719C750D9CF22F0CA7&PPID=1&search=26828&f=c&FindID=26828&P=1&PP=6&sortby=PD&cname=William+Morris&SearchID=
http://www.allposters.com/gallery.asp?startat=/getposter.asp&APNum=1586823&CID=48512699BF2443719C750D9CF22F0CA7&PPID=1&search=26828&f=c&FindID=26828&P=2&PP=6&sortby=PD&cname=William+Morris&SearchID=
IMPRESSORES NOTÁVEIS - IX
sábado, 10 de maio de 2008
JOHN BASKERVILLE
Aos 50 anos de idade se dedicou a um novo passatempo, que o faria famoso: a tipografia. Sua intenção era produzir alguns livros que se tornassem, tanto possível, perfeitos. Aperfeiçou-se, primeiro, no desenho e fundição de tipos e, em seguida, dedicou-se à manufatura do papel e da tinta aperfeiçoando métodos, cujos princípios continuam vigentes até hoje. A esses preparativos dedicou sete anos, que precederam a impressão de seu primeiro livro, uma edição do poeta latino Virgílio, recebida calorosamente em todas as partes do mundo, o que lhe deu grande prestígio como impressor. Seu grande livro foi uma versão de O Paraíso Perdido, de Milton, em cujo prefácio Baskerville expressava seu desejo de produzir, apenas livros, de "mérito intrínseco", os quais "o público gostaria de ver elegantemente vestidos". Seu magnus opus foi uma Bíblia in-fólio, que imprimiu sob os auspícios da Universidade de Cambridge, obra qualificada como "um dos livros mais belos do mundo".
portunidade de escolher o estilo de encadernação que mais lhe agradasse.Os caracteres que utilizava, de excelente feitura artesanal e mecânica, constituíam, além disso, uma verdadeira inovação no desenho de tipos. Montou uma pequena oficina em sua casa, que se poderia praticamente, classificar como de um amador, e nela realizava todas as etapas do trabalho, dedicando a cada um dos seus aspectos o mesmo extraordinário cuidado. Sua habilidade e dedicação permitiram-lhe produzier, em sua pequena prensa manual, verdadeiros tesouros da tipografia, que são hoje apreciados, em todo o mundo, por aqueles que prezam os belos livros.
Fontes do texto:
LITTON
FONTE DA IMAGEM:
http://www.birmingham.gov.uk/Media?MEDIA_ID=197321FONTE DA IMAGEM:
http://www.gutenberg.org/files/20393/20393-h/images/49.jpg
http://www.nicksherman.com/degreeproject/images/caslonSpecimen.jpg
CHRISTOPHE PLANTIN















